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27 maio, 2019

Fortis apresenta novos relógios no Portugal Air Summit 2019



As edições especiais limitadas dos dois novos relógios Fortis Aeromaster criados para a esquadrilha acrobática suíça PC-7 Team vão ter a sua apresentação mundial durante o próximo Portugal Air Summit, anunciou a Sociedade de RelojoariaIndependente, o distribuidor exclusivo da marca em Portugal.


A Fortis, que pela terceira vez consecutiva é cronometrista oficial do Portugal Air Summit, anunciou estes novos relógios – o PC-7 Team Chronograph Aeromaster e o PC-7Team Day-Date Aeromaster – no passado dia 8, mas a sua comercialização só será iniciada a partir do Verão. A sua presença no evento português marca a primeira vez que ambas as peças serão mostradas ao público.


O Portugal AirSummit é o maior evento de aeronáutica realizado anualmente em Portugal e decorre este ano entre 30 de Maio e 2 de Junho no Aeródromo Municipal de Pontede Sor. O novo CEO da Fortis, Lorenz Aebischer, estará presente nos primeiros dias desta edição.


Os relógios PC-7 Team

A Fortis foi selecionada como parceiro da esquadrilha PC-7 Team há cerca de 15 anos e os dois novos PC-7 Team Aeromaster, em edição limitada a 300 peças cada, assinalam o 30.º aniversário da formação suíça.


Os elementos de personalização que tornam estas edições em peças única incluem uma caixa em aço inoxidável com fundo em baixo-relevo alusivo aos 9 aviões da formação acrobática, número de série gravado numa placa aparafusada no perfil da caixa e mostrador azul escuro exclusivo.


Os movimentos suíços usados nestes relógios (ETA 7750 no cronógrafo e ETA 2836-2 no “day-date”) possuem certificação de cronógrafo pelaC.O.S.C. (Contrôle Officiel Suisse des Chronomètres). Ambos os relógios possuem vidro de safira com revestimento antirreflexo nos dois lados. A utilização de uma coroa sem rosca com um sistema de junta dupla exclusivo da Fortis permite garantir a estanquidade até 200 metros.

Ambos os modelos são vendidos numa caixa especial com bracelete em aço e têxtil (designada Royal Blue Cordura Performance) e ferramentas para a sua substituição.

 Mais informações em https://www.fortis-swiss.com/pc7-team

08 abril, 2015

Christopher Ward C7 Rapide Chronometer


Quando é que um cronógrafo é também um cronómetro? Quando é um cronógrafo com certificação cronográfica, claro!*, como acontece neste Christopher Ward C7 Rapide Chronometer.

Baseado num movimento suíço de quartzo com 27 rubis ETA 251.264 COSC termo-compensado. A compensação térmica é crucial para aumentar a precisão dos movimentos de quartzo, uma vez que as variações térmicas são o maior responsável pelas alterações na frequência de vibração dos cristais de quartzo. Essa é a razão pela qual os relógios (de quartzo) dos automóveis são tão pouco precisos, por exemplo...

Além da certificação COSC que garante a este relógio a precisão de um cronómetro, a Christopher Ward não deixou créditos por mãos alheias no resto da execução, que é de alto nível, incluindo mostrador com vidro de safira, coroa de rosca e resistência à água de 10 atmosferas (100 metros).

Apostando claramente na faceta desportiva que normalmente atribuímos a um cronógrafo, a marca dotou o mostrador de uma escala de minutos com grandes numerais árabes, a que foi adicionado um bisel com escala taquimétrica.

O relógio é ainda não está disponível – está em fase de pré-encomenda para entrega em Abril. Existem três variantes: C7-42-COSC-390-SKRK (na foto), com bracelete em pele; C7-42-COSC-390-SKSi, com bracelete em borracha (ambas ao mesmo preço, de £599); e C7-42-COSC-390-SKS, com bracelete em aço e um preço um pouco mais elevado, de £650.


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* Confusos? Então nada como recordar a matéria dada, aqui

20 março, 2015

Christopher Ward C9 5 Day Automatic

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O mundo da relojoaria é, nalguns casos, comparável ao dos automóveis: existe uma infinidade de marcas e modelos, mas o mesmo não é verdade no que diz respeito aos motores, os quais são usados – por vezes apenas com algumas variações – em diferentes produtos.
O mesmo acontece com os relógios. Os “motores” aqui, são os movimentos e estes são efetivamente em muito menor número que os relógios onde são montados. Por isso, sempre que surge um movimento novo, o mundo da relojoaria toma nota.
É o caso do calibre SH21 da empresa inglesa Christopher Ward, que encontramos nos novos C9 5 Day Automatic, disponíveis em versões de 40mm e 43mm em diversas variantes consoante a cor do mostrador e da bracelete, incluindo versões totalmente em aço.
Há várias razões para apreciar este novo C9, mas a principal é de facto o novo movimento, desenvolvido in-house pelo jovem mestre relojoeiro alemão Johannes Jahnke. Extremamente preciso – os novos C9 que o incorporam são, na realidade, cronómetros com certificação COSC – este movimento tem uma reserva de marcha de nada menos do que 5 dias, conseguida através da utilização de tambores de corda duplos.
Na presente forma, é um movimento high beat (28.800 a/h) de 31 rubis com data às 3H00 mas, ao que tudo indica, foi criado de forma a poder evoluir futuramente através de módulos que ofereçam mais complicações, desde um segundo fuso horário até funções de cronógrafo.
O facto de tudo isto ser feito por uma pequena empresa como é a Christopher Ward é bastante impressionante e demonstra o quanto os seus responsáveis encararam a entrada no mundo da relojoaria com seriedade e propósito.
Mas de regresso ao C9 5 Day Automatic. Trata-se, como a imagem sugere, de um elegante dress watch cujo mostrador utiliza uma conjugação discreta de numerais romanos às 12H00 e 6H00 com índices nas restantes posições horárias.
A caixa, em aço inoxidável 316L, utiliza vidro de safira com revestimento antirreflexo tanto no mostrador como no fundo roscado, para exibição do movimento.
O resultado, belíssimo, está longe de ser barato (£1.375, mais portes) mas também não é excessivo tendo em conta a nobreza do movimento e o nível da execução e do acabamento.

25 novembro, 2014

Christopher Ward C30 Malvern Chronometer

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Quando é que um cronógrafo é também um cronómetro? Quando é certificado como tal, claro! Confuso(a)? Então leia primeiro este artigo (e já agora este também) e depois volte aqui. Já está? OK, então vamos lá falar deste belíssimo Cristopher Ward, um cronógrafo de quartzo da coleção Malvern da marca britânica com a referência C30-COSC-SWT e que existe em mais duas variações: C30-COSC-SWK com bracelete em preto e C30-COSC-SWS com bracelete em aço. 

O movimento é o ETA 251.233, um calibre de quartzo de alta precisão da linha Thermoline do fabricante suíço. A designação prende-se com a tecnologia de termo-compensação usada no movimento para assegurar uma precisão que é de cerca de 20 vezes maior do que um movimento de quartzo normal – a ETA indica algo como um desvio de apenas 10 segundos por ano – e que foi criada para facilmente poder obter uma certificação de cronómetro, como as outorgadas pelo COSC, como acontece nestes modelos em particular.

Além da sua grande precisão, este é também um movimento muito “empedrado”, utilizando um total de 27 rubis – algo que é frequente num movimento mecânico mas muito raro entre os movimentos de quartzo, sendo que os mais baratos não usam sequer quaisquer rubis.

Há pouco que não me agrade neste relógio, embora possa apontar que os 39mm de diâmetro da caixa de aço me soam a pouco para o que se tornou hoje norma no mundo dos relógios. Mais um milímetro ou dois provavelmente não seria uma má ideia… De resto, a execução parece-me correta, pois não falta o vidro de safira no mostrador, a conjugação de acabamento escovado/polido na caixa ou a bracelete em pele com o fecho Bader especial.

A Chistopher Ward só irá produzir um total de 1.500 unidades destes relógios (500 para cada variação), algo que acrescenta valor ao relógio, para além da já referida certificação cronográfica da COSC. O preço indicativo é de umas muito razoáveis 599 libras (£650 para a versão com bracelete em aço) a partir do site da marca
.

Edit 29/11/2020: A Christopher Ward já não produz relógios de quartzo e deixou de ser uma marca B3

05 janeiro, 2013

C50 Malvern COSC


Christopher Ward não é propriamente uma marca conhecida e, quando descobrimos que se trata de uma empresa britânica, a admiração é ainda maior: "Ingleses a fazer relógios...? Nonsense!"
E no entanto... A marca é uma de muitas (bem, pelo menos algumas) que não tendo a tradição a seu favor, também não tentam passar gato por lebre. E conjugam bom gosto, movimentos (sobretudo) Suíços, (quase sempre) mecânicos e... preços razoáveis.
A foto ao lado representa o que de melhor esta abordagem à relojoaria tem para oferecer. O modelo é um cronómetro C50 Malvern Automatic da Christopher Ward, um dos mais belos relógios desta marca britânica.
A máquina é baseada num movimento ETA 2836-2 com dia e data cuja precisão foi certificada pela COSC, razão pela qual pode ser classificado oficialmente como cronómetro.
Como a Christopher Ward vende exclusivamente de forma direta através do seu site, o preço consegue ficar numas muito razoáveis (para um cronómetro mecânico) £599, valor que desce para cerca de £499 no caso de encomendas provenientes fora da Comunidade Europeia (devido a não ser cobrado do IVA).
A foto mostra o modelo em aço prateado e bracelete em pele castanha, mas existem variações com a caixa em dourado e braceletes em castanho e em preto.