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06 julho, 2026

Swatch Petite Seconde Black: aço suíço por menos de 250€

 

Swatch Petite Seconde Black

A Swatch é frequentemente associada a relógios de plástico coloridos e divertidos, mas a marca tem uma capacidade única de democratizar complicações e materiais que, de outra forma, seriam inacessíveis. O Petite Seconde Black (SY23S400) é um exemplo perfeito disso, oferecendo um conjunto que parece impossível de encontrar em qualquer outra marca suíça por este valor.

O que mais me agrada neste modelo é o facto de estarmos perante uma caixa em aço inoxidável de 42 mm, abandonando o material plástico ou a biocerâmica de modelos mais económicos. A estética é de uma elegância sóbria: o mostrador preto com efeito escovado é complementado por uma bracelete de pele preta, resultando num design que funciona tão bem num contexto formal como no dia-a-dia.

Tecnicamente, este relógio é movido pelo SISTEM51, o movimento mecânico automático da Swatch (do qual eu, na verdade, não sou grande fã). Este calibre é único no mundo por ser composto por apenas 51 peças, oferecendo uma reserva de marcha de 90 horas e qualidades antimagnéticas. O grande destaque desta versão, e que lhe dá o nome, é a introdução da complicação de "pequenos segundos", apresentada através de um sub-mostrador dedicado às 6 horas. Esta funcionalidade, que se junta à janela de data às 3 horas, confere ao mostrador um visual mais clássico e refinado.

Resta falar do preço. Por apenas 240€, a Swatch propõe um relógio mecânico, suíço e com caixa em aço. É um valor extremamente competitivo, uma vez que é praticamente impossível encontrar outra marca suíça que ofereça um movimento mecânico automático e construção metálica abaixo deste preço. É uma excelente proposta de valor para quem quer um relógio mecânico suíço com uma complicação diferenciada sem esvaziar a carteira.


20 julho, 2022

Swatch Once Again (Ref.ª GB743): o relógio do Papa

 

Todos sabemos que é possível gastar tanto num relógio como numa (muito boa!) casa. Para isso basta termos dinheiro para tal (ou mais dinheiro do que juízo...) e fazermos questão disso. No entanto, há muita gente rica e poderosa que usa no pulso relógios acessíveis a praticamente qualquer pessoa... talvez por estarem certas do seu poder e/ou riqueza e, como tal, não precisarem de o ostentar através de um relógio.

Já anteriormente falei aqui de Bill Gates, que usa um Casio de mergulho que custa cerca de 70€. Mas há imensos exemplo, como é o caso deste Swatch, um dos preferidos do Papa Francisco, que o utiliza em público frequentemente. 

 

Trata-se do modelo "Once Again", com a referência GB743 e cujo preço de referência (como o de tantos Swatch) é de 55€ no site da marca.

Caso não o consiga encontrar numa loja Swatch, ele encontra-se na Amazon Espanha, vendido através de várias lojas, por preços que oscilam entre os 55 e os 75 euros.

Este modelo é da gama Swatch de relógios com 34 mm (relativamente pequeno, portanto) mas que oferece grande legibilidade, com um mostrador branco e numerais arábicos pretos em todas as posições horárias exceto às 3h00, onde encontramos uma janela com dia e data.

Esta tem a particularidade de ter sobre ela uma "lente" que facilita a sua visualização. Trata-se de uma implementação original do conceito de "cyclops" que normalmente só encontramos sobre janelas de data, e não de dia e data.

O relógio é, claro, de quartzo e a caixa, bracelete e "vidro" do mostrador são igualmente em matéria plástica. Até a fivela da bracelete é de plástico. Como costuma dizer um amigo meu "é 100% plástico verdadeiro"! :-)

O meu conselho? Comprem um rapidamente! Já há quem esteja a vender este mesmíssimo modelo, por quase 800€. Eu não disse que há pessoas com mais dinheiro do que juízo?

22 julho, 2020

Swatch Big Bold BBNEON


Os Swatch sempre foram relógios com um formato que, à luz das recentes tendências do design na relojoaria (ou, melhor ainda, da moda), se pode considerar relativamente pequeno. Posso estar errado, mas penso que os modelos com caixa de maiores dimensões até agora foram os Sistem51, de que fiz uma análise pouco tempo depois de terem saído. E, neste caso, "grande" significou 42mm de diâmetro.

Com a coleção Big Bold, a marca suíça entra definitivamente nos formatos XL, com relógios cujas caixas têm uns generosos 47mm de diâmetro. 

O modelo específico que vos trago hoje não é uma novidade (pertence à coleção do ano passado), mas tem duas vantagens: é, para o meu gosto, mais bonito do que a coleção de 2020; e é mais barato (90€ contra 100€). Só vantagens, portanto!

Em termos de construção, o que a Swatch nos propõe aqui, e outra coisa não seria de esperar dado o preço, são relógios de quartzo com caixa em plástico, sem qualquer resistência à água, e bracelete em silicone. Há, no entanto, dois detalhes de construção que vale a pena salientar. O primeiro refere-se ao formato do mostrador, no qual o "vidro" (é plástico também...) não surge saliente e, como tal mais sujeito aos riscos, mas sim completamente plano face à caixa:


O outro detalhe decorre do facto de este ser um relógio de tamanho XL: a coroa foi movida para a posição das duas horas, de forma a tornar a sua utilização mais confortável, evitando "cravar" a coroa no pulso.

Como disse, esta foi a variante mais gira que vi no site da marca, mas vale a pena passarem por lá e descobrirem outras cores e designs, incluindo os da coleção deste ano, que até podem ser mais do vosso agrado. Os relógios podem ser adquiridos diretamente a partir do site, que oferece os portes para qualquer morada em Portugal (continente ou ilhas).

11 junho, 2018

Swatch Skin Irony

Swatch_SYXS100Swatch_SYXS102

Um relógio suíço por 135€ 145€? Só se for um Swatch, claro! A marca que representou nos 80 o renascimento da relojoaria Suíça continua a sua estratégia de nos oferecer coleções regulares como se de objetos de moda se tratassem os seus relógios – e, na verdade, é mesmo isso que são.

Mas, o ao contrário dos chamados “relógios de moda”, os Swatch são muito mais do que apenas isso… São relógios verdadeiros. Os modelos que vos trago hoje são da nova coleção “Verão 2018” Skin Irony – na realidade uma combinação entre duas famílias da marca: a primeira, que introduziu na Swatch o conceito de relógio ultra-plano, com caixa de espessura reduzida ao máximo; e a segunda que pela primeira vez apresentou ao mundo Swatches cuja caixa não era em plástico (o próprio nome é um trocadilho entre as palavras inglesas para “ferro” e “ironia”).

Há oito novas referências por onde escolher nesta coleção para o Verão que se avizinha mas os modelos que vos trago hoje são os únicos cujo desenho me agrada o suficiente para conseguir imaginá-los no meu pulso: o Skinbrushed (mostrador preto, bracelete de pele castanha) e o Skinnoiriron, com mostrador branco e bracelete de silicone preta.

Ambos têm movimentos de quartzo em caixas de aço com 38mm de diâmetro e apenas 5,8mm de espessura. Podem ser comprados diretamente em Portugal através da loja Swatch online.

22 maio, 2015

Swatch La Nave Va

swatch-watches-suus100-la-nave-vaQuando pensamos em relógios de mergulho vem-nos à memória modelos como o Rolex Submariner ou o mais acessível Orient Mako. Mas… e porque não um Swatch?

Sei que é difícil imaginar, mas a verdade é que a gama Scuba da marca suíça é resistente à água até 20 atmosferas (200). Não sei se de facto aguenta – até porque estes relógios usam, como todos os outros Swatch, pilha de colocação exterior e, além disso, não possuem coroa de rosca – mas mesmo que os 200 metros sejam uma demonstração de otimismo exacerbado, estou certo que irá pelo menos resistir a ir “tomar” banho no pulso, seja na piscina ou à beira-mar.

Este modelo em particular chama-se La Nave Va (e sim, é piscar de olho ao filme) e tem a referência SUUS100. Tal como outros Scuba, a funcionalidade é básica (três ponteiros sem data), mas inclui bisel unidirecional para controlo do tempo de mergulho, como num relógio “a sério”.

A caixa em plástico tem 44mm de diâmetro muito embora, no pulso, pareça mais pequeno. O mostrador utiliza numerais (nas 4 posições principais) e índexes com uma conjugação de cor entre o azul e o branco particularmente feliz.
O mostrador tem um fundo transparente que permite ver as entranhas do relógio.

Contudo, se isto é algo interessante em relógios mecânicos, é particularmente irritante neste caso, uma vez que que se exibem rodas dentadas e peças meramente decorativas e sem qualquer efeito no movimento propriamente dito – um relógio de quartzo a “armar ao pingarelho”.

Dito isto (e apesar disso), o resultado final é muito do meu agrado, desde a caixa à bracelete integrada. O preço, que em Portugal é da ordem dos 75 euros, é também muito bom para um relógio como este, que podemos levar para qualquer lado, incluindo para a água. É uma excelente aposta para o Verão que se aproxima.

O preço na Amazon alemã é de €88.

25 março, 2015

Swatch Sistem Black review

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Os meus leitores já perceberam que gosto muito de relógios mas que a maioria dos meus artigos são na verdade apreciações subjetivas de peças que, vistas à distância de uma montra ou de uma página Web, me parecem interessantes.

De vez em quando, faço um teste, mas é raro. Primeiro, porque a minha coleção de relógios e limitada (e quando faço um teste é a partir da experiência de utilização de um dado modelo que possuo) e depois porque o tempo também não abunda – é mais fácil e rápido fazer um dos artigos habituais sempre que tropeço num relógio que me agrada do que um artigo mais aprofundado sobre uma experiência de utilização.

Este caso é uma exceção porque tive acesso a este relógio em particular – a minha filha comprou-o há uns meses – e porque senti, depois de o poder observar mais de perto e mexer efetivamente nele, que este é um daquele casos que vale a pena chamar os bois pelos nomes, evitando que os meus leitores gastem dinheiro em algo que não é o que parece.

Mas primeiro, um pouco de história. Lembro-me do primeiro Swatch mecânico até porque na altura pensei em comprar um: foi em 1992, a propósito da cimeira do Rio de Janeiro. Chamava-se, apropriadamente, Time to Move (referência SAK 102) e vinha equipado com um movimento ETA 2842, criado especificamente para ser barato de produzir, de forma a poder ser integrado em relógios de baixo preço.

O gesto da Swatch foi simbólico e significativo. Uma marca conhecida pelos seus relógios de quartzo – tecnologia que obriga à utilização de uma pilha – aproveitava um importante fórum mundial para juntar a sua voz às dos que pediam mudanças na forma de ver o mundo de uma forma sustentável com um relógio que usava um (ecológico) movimento mecânico automático.

Seria no entanto necessário esperar até 1997 para que a Swatch oferecesse uma gama completa de relógios baseados em movimentos mecânicos automáticos. Até há bem pouco tempo, esta era uma poucas formas de podermos ter um relógio mecânico suíço – com caixa em aço! – por cerca de 150 euros, como de resto salientei num artigo anterior.

O Sistem 51


Mas se o movimento de quartzo criado para os Swatch originais foi pensado de raiz para este relógio (um movimento produzido industrialmente e em massa, na Suíça, com poucas peças móveis, mas barato e fiável), o ETA dentro dos seus modelos automáticos nunca foi mais do que uma simplificação de um movimento já existente no sentido de o embaratecer o suficiente para que pudesse dar origem a modelos com “preços Swatch”.

Ao apresentar na feira de Basileia, em 2013, o Sistem 51, a Swatch desvendou um projeto em tudo similar ao que deu origem aos primeiros relógios da marca: um movimento – desta vez, automático – concebido de raiz a pensar na poupança de custos de produção mas capaz, pelo menos teoricamente, de se bater de igual com movimentos automáticos muito mais caros.

Tal como o movimento de quartzo criado pela Swatch nos anos 80, também este movimento (referência ETA C10111) foi pensado para ser totalmente produzido e montado de forma automática, sem intervenção humana, a única maneira de garantir um baixo preço de venda ao público.

Além disso, a marca conseguiu ainda o bónus de oferecer uma reserva de marcha de 90 horas – cerca do dobro dos movimentos automáticos tradicionais, que andam entre as 40 e as 50 horas e marginalmente superior até ao Tissot Powermatic 80!

O Swatch SUTB400


O Swatch Sistem Black pertence ao grupo de relógios do lançamento do Sistem51 que inclui ainda os modelos RED, BLUE e WHITE. De todos eles, o Black é o que constitui melhor negócio porque, apesar de ser do mesmo preço de todos os outros, é o único que tem bracelete em pele.

Mas na verdade, o preço é o primeiro sinal de alarme para este nova gama: €135 é um valor não muito distante dos relógios da gama Swatch Irony, em aço (incluindo bracelete no mesmo material), com movimento automático e mostrador de vidro. E aqui estamos a falar num relógio totalmente produzido em “plástico verdadeiro”…

Quanto ao resto. Há algumas coisas que me agradam no Sistem Black e que são comuns aos restantes membros da gama. A primeira é o tamanho do relógio: os 42mm da caixa são um pouco maiores do que é habitual na Swatch, mas isso é uma coisa boa.

Outro aspeto interessante é a forma como foi implementado o rotor que permite a manutenção da reserva de marcha, o qual consiste num círculo em material acrílico que é apenas metálico num anel exterior. O resultado é um rotor que parece flutuar como que por magia e que pode ser observado através do fundo da caixa, em plástico transparente. E, claro, temos depois a generosa reserva de marcha de 90 horas, que temos de admitir ser um verdadeiro tour de force num movimento criado para ser barato.

Infelizmente, o que me agrada no relógio fica-se por aqui. Talvez seja uma questão geracional, mas se não teria problemas em usar um Irony ou até mesmo um despretensioso Swatch de quartzo, aqui tudo me parece desproporcionado: preço demasiado elevado, plástico demasiado abundante (com a exceção, neste modelo em particular, da bracelete em pele) e um conjunto demasiado leve – gosto do peso adicional de um relógio mecânico face aos de quartzo.

Eu sei, eu sei… No final do dia é apenas um Swatch. Talvez seja um problema criado pela própria marca, cuja máquina de marketing criou – pelo menos em mim – demasiadas expectativas. Só que, até agora, o “Swiss Made” num Swatch sempre me pareceu perfeitamente adequado face a tudo aquilo que o termo pressupõe: qualidade, precisão, fiabilidade, tradição…Nada disso são valores que consigo associar a estes novos Sistem51, talvez porque uma coisa é criar um movimento de quartzo barato e fiável numa fábrica que os produz aos milhares sem intervenção humana e outra é fazer o mesmo com um movimento mecânico automático.
Especialmente quando descobrimos, pela mãos de quem sabe, que o que nos contaram sobre o supostamente “revolucionário” movimento está nos antípodas da verdade.

Em utilização corrente, a sensação não é melhor. É verdade que temos aqui possibilidade de criar reserva de marcha pela manipulação da coroa, coisa que não conseguimos em movimentos automáticos mais baratos – caso dos populares Seiko 5 – mas desengane-se quem espere paragem de segundos para facilitar o acerto. Pior, ao puxarmos a coroa sentimos que tudo se move um pouco mais do que devia, sentimos onde faz realmente falta ter sido gasto dinheiro, sentimos onde é que foram poupados os Francos Suíços…

O veredicto? Até pode ser que esta seja uma forma de trazer para a relojoaria mecânica uma nova geração de entusiastas mas pessoalmente prefiro gastar 150 euros num relógio como movimento de quartzo suíço de outra marca qualquer do que 135 euros nisto.

Aliás, é pior ainda: por este preço, prefiro um relógio com movimento automático japonês… ou até mesmo chinês: pelo menos sei que é uma imitação de um movimento suíço e que, se for preciso, até é reparável. Que é mais do que podemos dizer deste Sistem51.

16 dezembro, 2014

Swatch YWB402 Special Unit


Este Swatch com a referência YWB402 tem a designação "Special Unit" – um piscar de olho ao seu estilo militar – e algumas particularidades raras num Swatch e que me agradam bastante. É um modelo que faz parte da coleção 2014 da família Irony e da sub-família Big, ou seja, com uma caixa de 40mm.

Além do mostrador muito limpo e legível com dupla escala e data às 4H30, este é um dos raros Swatch com caixa em aço – mesmo os Irony são maioritariamente produzidos com caixas em alumínio, que atraem riscos da mesma forma que as traças são atraídas pela luz...

Outra particularidade é a bracelete: o tradicional plástico das braceletes da marca surge aqui substituído por pele e, ainda por cima, numa configuração tipo NATO: a bracelete é contínua, passando por debaixo da caixa.

O movimento é o habitual na marca – quartzo suíço com data – e o preço que encontrei online ronda os €100. Edit 29/11/2020: depois de todos estes anos, ainda é possível encontrar este relógio, que custa agora cerca de 150€.

02 outubro, 2014

Swatch Sistem 51 já chegou a Portugal


Falei do Swatch Sistem 51 no início de 2013, quando o projeto foi anunciado – um relógio mecânico automático com tantas (poucas) peças como o movimento de quartzo do Swatch original e uma série de inovações dignas do grupo que tem liderado o mercado da relojoaria desde há décadas.

Agora que o relógio foi oficialmente lançado em Portugal (estará à venda a partir de amanhã, dia 3 de Outubro), vale a pena voltar a falar dele. Mas não aqui, uma vez que não estivemos presentes na conferência de imprensa. Contudo, o nosso amigo Fernando Correia de Oliveira esteve e conta como foi. Aqui.

18 agosto, 2014

Swatch The Capt YGB7001

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Um “três ponteiros” suiço com com dia e data por apenas €80? Sim, é possível: o Swatch The Capt (ref.ª YGB7001) da coleção Irony é exatamente isso.

Este relógio de quartzo com caixa em alumínio (não estava à espera de aço num Swatch de menos de €100, pois não? Sorriso) exibe um estilo militar através de um mostrador de grande visibilidade com numerais árabes e uma bem dimensionada janela para dia e data às 3H00.

A utilização de uma bracelete em material têxtil reforça o estilo marcial (lembrando, sem o ser, as braceletes bicolores tipo NATO) a que não falta um índice de triângulo invertido na posição das 12H00, tipicamente usado nos relógios de mergulho – muito embora este seja um relógio com uma resistência à água de apenas 3 atmosferas, que é como quem diz, não tem resistência à água para além de poder andar no pulso do seu proprietário à chuva…

O resto é a execução habitual dos Swatch Irony em formato “Big” (37,4mm de diâmetro), incluindo o mostrador protegido por material acrílico (plexiglass).

Note-se que o preço de referência de €80 praticado em Portugal é dos mais baixos em todo o mundo e prova uma vez mais que há marcas que não vale a pena comprar através da Internet – a Swatch é certamente uma delas.

04 setembro, 2013

Swatch The Earl Time YGS769

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No mesmo dia em que a Samsung lança na IFA2013 uma aberração em forma de relógio pareceu-me que seria o antídoto perfeito falar de um relógio suíço clássico, que é bom, bonito e barato.

O Swatch The Earl Time com a referência YGS769 pertence à nova coleção da Swatch (Outono-Inverno) lançada no final de 2013.

Ao contrário dos seus irmãos plásticos que ajudaram a popularizar a marca, este Swatch com movimento de quartzo pertence à gama Irony e possui caixa e luneta em aço.

O mostrador de 36mm de diâmetro tem fundo creme, índices com marcações em vez de numerais e janela para dia e data às 3H00. O elegante conjunto é completado com uma bracelete em pele castanha e pespontos na mesma cor.

O Swatch The Earl Time está já à venda em Portugal, com um preço da ordem dos 80 euros. Edit 29/11/2020: está à venda na Amazon Espanha por 110€.

29 abril, 2013

Swatch Sistem 51

Apesar de a Swatch ter surgido inicialmente apenas com movimentos analógicos de quartzo, não é novidade para ninguém que é possível desde há muito adquirir também relógios da marca com movimentos automáticos.

No entanto, trata-se de movimentos que, tendo sido concebidos para a marca, não são de forma alguma criações originais, mas apenas desenhos depurados e simplificados a partir de movimentos do grupo ETA já com provas dadas. 

Mas no Basel World 2013, que decorreu em Basileia, a Swatch esteve presente para anunciar uma verdadeira revolução: um novo movimento automático criado de raiz para ser simples de produzir e de manter, e que irá dar origem a uma nova série de modelos da marca, potencialmente tão revolucionários (e acessíveis) como os Swatch originais de quartzo o foram há 30 anos.

O movimento chama-se Swatch Sistem51, um nome que deriva do facto de ser constituído por apenas 51 peças e um único parafuso (!) – precisamente o que fixa o rotor do movimento automático.

Do ponto de vista da engenharia, o movimento foi concebido para ser montado 100% sem intervenção humana e ao mesmo tempo oferecer uma elevada fiabilidade. Para o utilizador, um dos pontos mais interessantes é a reserva de marcha para 90 horas, mais do dobro do que é habitual nos movimentos automáticos clássicos.

O press-release está aqui. Um excelente artigo de quem esteve presente na conferência de imprensa de apresentação do novo movimento pode ser visto aqui.

31 janeiro, 2013

Swatch A La Folie

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Todos os anos, a Swatch não perde a oportunidade de criar relógios que aproveitam determinadas datas, entre elas o tradicional Dia de São Valentim, mais conhecido por Dia dos Namorados.

Este ano, o relógio criado especialmente para as namoradas chama-se A La Folie. Por cerca de 55 euros temos direito a um Swatch de quartzo numa caixa que deixa ver a maior parte do movimento, enquadrada por um coração cor-de-rosa e com pulseira de plástico em branco.

O conjunto é vendido numa caixa esférica igualmente em rosa, com um grande coração branco. 

O diâmetro do mostrador é de 34mm, tamanho considerado “médio” na nomenclatura da Swatch – a título de comparação, um Swatch “normal” tem um diâmetro de 41mm.

11 janeiro, 2013

Swatch Big Automatic Green Sky

Depois de ter visto várias das minhas propostas de relógios "bons, bonitos e baratos" (pelo menos, segundo os meus parâmetros estéticos e de valor do dinheiro...) já deve ter perdido a esperança de alguma vez poder ter um relógio suíço, analógico e com movimento automático a um preço razoável.
Mas nada podia estar mais longe da verdade. Basta apontar para a gama Big Automatic da Swatch e descobrir por lá o seu próximo relógio.
Neste caso escolhi como exemplo o modelo YAS410G, que está à venda em Portugal por apenas €140 (preço de referência na Boutique dos Relógios).
Os movimentos automáticos usados pela Swatch não são o supra-sumo da sofisticação – afinal, os relógios podem ser suíços, mas são produzidos para serem baratos! Mas a verdade é que estes relógios são bons, bonitos e baratos... Além de serem mecânicos, fiáveis e produzidos na Suíça por uma empresa que pertence ao mesmo grupo que produz a Omega, a Tissot ou até mesmo inúmeras outras marcas de alta relojoaria...
Este modelo é particularmente elegante, com complicação de data na posição das 6 horas e numerais árabes às 3, 6 e 9 horas. A caixa e a bracelete são em aço 316L polido com fundo transparente para exibição da máquina. Note-se contudo que apesar da designação "Big", estes relógios têm um diâmetro de 37,4mm que, nos tempos que correm, dificilmente passa por "grande".